Doenças secundárias

São aquelas que vem à partir de outras ao longo da vida da pessoa, algumas delas relacionadas ao adiamento de decisões ou à pouca importância que se dá às questões que aparecem de forma recorrente. Por exemplo, pessoas com problemas recorrentes de relacionamento, que julgam não se darem bem com ninguém e que lá na frente amargam ansiedade e depressão. Ou, pessoas que sem perceber, deixam de lado decisões cruciais, ficam em posições desfavoráveis ao longo da vida e também passam a amargar ansiedade e insônia.

Uma doença secundária pode tomar tal forma, que sua gravidade pode superar a primária, quando por exemplo, chega às ideações suicidas, drogadição, alcoolismo, ao famigerado “acumulismo” ou, ao deslocamento de sintoma que traz para o sujeito uma doença física (muitas delas relacionadas ao sistema imunológico).Nessa hora não bastará trabalhar questões “primárias”, pois talvez nem se consiga tocá-las num primeiro momento. Os pacientes chegam com a preocupação com o secundário tão exacerbadas, que sequer vão considerar algo mais remoto. Isso é um grande problema e um risco desses tratamentos é que após a melhora ou cessão desses sintomas relacionados à doença secundária, a pessoa abandone o tratamento.

*Foto de Nandhu Kumar no Pexels

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